Medos, Buscas, Completude e a Alquimia Interna

Medos, Buscas, Completude e a Alquimia Interna

“Quem irá cantar para mim
No sonho da morte em que fui deixado
Quando eu ando no Caminho para Hel
E a trilha em que piso
É tão fria, tão fria”.
(1)

Este é um ano diferente dos demais.

Não pelo fato dos acontecimentos serem únicos – para uma vida realmente vivida, devemos ter muitas coisas únicas ou experimentar coisas pela primeira vez.

Pode parecer besteira, mas a experiência não se dá apenas através da repetição e lapidação, mas também pela experimentação de coisas novas, ou ainda, de colocar em prática pensamentos e ideias atrativas ou fascinantes, mesmo sem saber se haverá bom resultado ou não: gostar ou não faz parte do conhecimento e do auto conhecimento, o que é algo muito importante no Caminho.

Enquanto no Estruturalismo(2) nossas escolhas são pré determinadas pelas estruturas sociais ao nosso redor e tudo que sabemos e escolhemos são apenas resultados dessas bases, no Existencialismo(3) temos a ideia antagônica de que somos livres e que com isso temos uma pesada e complexa responsabilidade em nossas escolhas, assim como responsabilidade em suas consequências, mesmo sem sabermos quais seriam.

Seria a morte parte da estrutura humana ou poderia ser também uma experimentação única em si?

De qualquer forma, algumas coisas podem e deverão ser escritas neste texto, tendo como base experiências, reflexões, escolhas, estados e, obviamente, transformações.

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O Amor, a Rejeição e a Dor no Caminho: Vivendo aquilo que se discursa!

O Amor, a Rejeição e a Dor no Caminho: Vivendo aquilo que se discursa!


(Estrangule a Humanidade, por Kalígula Runavigonark)

Creio que a verdade é perfeita para a matemática,
a química, a filosofia, mas não para a vida.
Na vida contam mais a ilusão, a imaginação,
o desejo, a esperança.
(1)

A citação acima, muito perspicaz, nos conta de uma constante moderna (mesmo que o autor tenha vivido de 1911 – 2011), mesmo que estejamos falando dos mundanos. Sim, a maioria é mundana, até mesmo aqueles que se dizem traçar os Caminhos ocultos ou Sinistros.

Este texto visa falar de algo que acompanho ha um bom tempo e que não somente permanece na mesma situação em décadas, mas que piorou com o advento da internet e da facilidade do acesso a informação, compartilhamento e, principalmente, da auto divulgação – seja para outras pessoas ou até mesmo para si mesmo como auto afirmação!

Embora pareça comum, este texto ha de atingir o orgulho de MUITA gente, mesmo que eu não cite nomes em específico e não o esteja direcionando a ninguém! portanto, pra quem se identificar, lembrem-se que vocês não possuem essa importância e que eu não fico na internet discutindo coisa alguma: aqui vem o olhar de quem já observa ha muito tempo uma praga que nem mesmo poderia dizer que é moderna, pois antes dos “ocultistas/satanistas/bruxos/magos/e-o-que-quer-q-seja de internet” existirem, nós já tínhamos as mesmas pessoas “de livros”; embora fossem muito mais raras e mais difíceis de se encontrar – dava trabalho demais ficar indo atrás de livros físicos para se estudar sobre ocultismo, bruxaria e etc.

Chega de hipocrisia! Chega de meio termo e de gente fraca!

Vamos tratar o Caminho como algo sério e essencial ao invés de uma mera parafernália estética ou social onde você mantem sua pose de ‘adepto de merda’ (ou sombrio, sinistro ou tradicional) via internet!

O Lobo rosna brevemente como aviso e morde em seguida.

O Cão apenas faz estardalhaço enquanto late!

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