Poema Rúnico Anglo-saxão (original, inglês e português)

Poema Rúnico Anglo-saxão (original, inglês e português)

Odin
(Estátua do Deus Odin, Hannover, Germany)

“Como minhas Palavras interrompem o Silêncio, e o Silencio as minhas Palavras
-Assim o fazem suas ressonâncias se alinhando e aumentando o Poder
Suficientemente para materializar seus intentos.”
(1)

Saudações leitores e amigos do blog “A Nona Direção”!
Após quase um ano sem postagens, voltamos agora com as postagens no blog. Não haverá uma data correta para as postagens, mas por enquanto irei mantê-las surgindo aqui no blog.

Para inaugurar as novas postagens, criei 3 novas páginas (que estão na aba superior direita, no topo da página):
A proposta deste espaço;
Contato;
Publicações.

Acredito que os nomes das páginas falem por si.

Agora vamos a nossa postagem, que é nada mais nada menos do que o Poema Rúnico Anglo-saxão.

Pelo que percebi, praticamente todos os envolvidos com ocultismo e bruxaria conhecem as Runas em geral, seja de nome ou de suas práticas pessoais. Porém, quase nenhuma desse grande número de pessoas conhece ou chegou a ler o Poema Rúnico Anglo-saxão. É claro que existem outros poemas, mas o Anglo-saxão é o mais longo e engloba as 29 Runas de seu Set. Para quem possui interesse, fiz uma série de postagens, já ha algum tempo, sobre as Runas e procurei falar um pouco mais do que o convencional que é encontrado em português na maioria dos sites.
(2)

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Um Pouco sobre Runas – Parte 2: Os Grupos de Runas e um pouco de suas Histórias

Um Pouco sobre Runas – Parte 2: Os Grupos de Runas e um pouco de suas Histórias

deloraine_irminsul
(Uma imagem ilustrativa de um Irminsûl)

“Entre no Caminho das Runas
E beba da fonte de Urd,
Experimente as frutas de Idunna
Decifre os símbolos do Norte.”
(1)

Os grupos de Runas

Existem muitos historiadores e Runólogos que estudam e pesquisam por anos a fio tanto a origem quanto os grupos de Runas que existiram. Portanto, muitos escritores, principalmente aqueles que inventam alguma runa que nunca existiu, deveriam ter a decência de dizer que são criações próprias e não runas “antigas” ou “tradicionais”, como a tal falada “Runa Branca”, chamada também de “Runa de Odin”: tal runa, criada pelo escritor Ralph Blum, se popularizou em nossa Era ao ponto das pessoas acreditarem que tal runa realmente possui algum valor ou tradição. Não, nenhum Erilaz de verdade usa uma runa criada para ser propagada por modistas, que apenas enxergam as Runas como se fosse um “kit de adivinhação” que você compra numa banca de jornal. Qualquer estudioso de Runas compreende que inclusive existe uma Runa com um propósito similar e muito mais abrangente, que neste caso é a Runa Gar, sobre a qual falarei mais adiante no texto. Continuar lendo