Enxergando através do Véu

Enxergando através do Véu

Enxergando atravé do Véu 1

“Flechas do sol vão penetrar a mente humana
Sophia nasce quando capturamos uma delas
Flechas do sol, elas queimam a alma e nos fazem ver
Bem fundo no labirinto: a psique, a alma”
(1)

Existem algumas concepções de que a realidade não é aquilo que parece ser. Uma dessas ideias consiste em que temos o habito de crer apenas naquilo em que nossos olhos são capazes de contemplar. Outros ainda, dizem que é aquilo que pode ser sentido e administrado pelos cinco sentidos básicos. Então, após inúmeras divagações e experiências, poderíamos citar exemplos básicos que destruiriam tal noção do que é convencionalmente chamado de ‘realidade’, como por exemplo, sonhos. Sim, sonhos. A reflexão começa a ocorrer quando dependemos do cérebro, que é algo físico, mutável, deteriorável, portanto, limitado e falho. Não estou falando da mente em si, pois a mente é como se fosse uma entidade acima de sua parte física, o cérebro.
Nosso cérebro é capaz de criar realidades através de sonhos, visões e até mesmo em antecipações ou num extremo, ele cria sua própria realidade, como acontece com aqueles que carregam alguma doença psíquica.

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O Voo Noturno: um pouco sobre Sonhos Lúcidos, Viagens Oníricas e Projeções Astrais.

Ascension
(Austin Osman Spare)

(1)*

“Em um sonho
Eu estou escalando as nuvens
Eu toco um céu conquistado
Com minhas mãos nuas”
(2)

Muito é dito sobre viagens a outros reinos de manifestações através dos sonhos, mas pouca coisa realmente é dita e menos ainda alcançada.

A ideia que muitas pessoas possuem desse tipo de viagem, consiste em ideias totalmente simplórias, como se todos fizessem viagens astrais a todo o momento, apenas não se lembrando ou ainda persistindo numa ideia de que ao fechar os olhos, sua alma sai do corpo todas as noites para visitar outros locais. Não que essas ideias não possuam alguma lógica ou sentido, mas temos que observar que tais ideias partem em sua maioria da doutrina espírita Kardecista, portanto, carrega o peso de seus ensinamentos moralistas e cristãos, como por exemplo, a ideia de que não se pode usar a viagem espiritual para fazer maldades, espionar ou alterar eventos, descobrir talismãs, símbolos, poderes, etc… e como o mundo não é regido pela lei cristã, devemos dizer: é claro que se pode. Aliás, descobrir poderes, símbolos, contatar entidades de variadas naturezas, ir a reinos de seres de comportamento ou tendências variadas e se fortalecer de inúmeras formas é simplesmente a ideia básica daqueles que trilham o Caminho. Continuar lendo