Caráter, Conflitos e o Caminho da Mão Esquerda

Caráter, Conflitos e o Caminho da Mão Esquerda

skull crows

Eu estou cansado de suas desculpas,
Não pode mais lidar com o viver,
Eu lhe darei razões para continuar,
Enquanto você se contorce no chão
(1)

            Inúmeras são as dúvidas e extensa é a confusão tanto daqueles que realmente começam a “andar o Caminho” quanto daqueles que dizem percorrê-lo. Em determinados momentos, nos deparamos com algumas situações onde algumas escolhas parecem dúbias, bem como a definição do que podemos dizer ser “certo” ou “errado”, alimentando dúvidas quanto a essas definições ilusórias ditadas por outras pessoas e seguidas apenas pelas ovelhas que, em sua maioria, não passam de hipócritas de seus próprios valores ilusórios.

            Para entendermos melhor e para que possamos visualizar certos conceitos, precisamos, primeiramente, conseguir olhar as situações em si “de fora”, como se fôssemos expectadores, a fim de que nossa visão dos fatos não seja prejudicada pelas emoções como um todo e para não corrermos o risco (ao menos não inteiramente) de fazermos escolhas erradas tendo como base sentimentos momentâneos ou motivos incertos. É claro, a ideia de olharmos “de fora” para um problema, requer um equilíbrio no que diz respeito a vivência e si, pois se formos meros expectadores de nossas próprias vidas, não viveremos de fato, mas sim, apenas agiremos de forma mecânica, anulando qualquer experiência, aprendizado ou proveito em tudo que fazemos, seja no sofrimento ou no deleite.

            Há quem diga que caráter vem ‘de berço’, como se fosse uma espécie de índole ou já pré-determinado pelo destino: claro que há tendências ou inclinações e, em alguns casos, as mesmas se tornam tão influentes que qualquer percurso tomado não é o suficiente para mudar o indivíduo. Porém, existem inúmeros fatores na vida de cada pessoa que colaboram direta ou indiretamente para a formação de seu caráter. Inúmeras são as variáveis para que possamos simplesmente traçar alguma linha de raciocínio sobre o que forma o caráter de uma forma geral, pois não existiria nenhuma forma que não fosse leviana, dada à complexidade da natureza humana. Entretanto, devemos nos aprofundar em certos aspectos que dizem respeito ao caráter e aos conflitos diários tanto das pessoas mundanas quanto daqueles que trilham (ou dizem trilhar) o Caminho da Mão Esquerda, conhecido também como LHP (Left Hand Path).

            A cobrança para com os que trilham os Caminhos Tortuosos deve ser maior e certamente observado mais atentamente do que para com as pessoas mundanas. Isso inclui não somente o que cada um faz da própria vida, mas também a visão em si do que acredita e do que realmente passa a ser importante, assim como seus objetivos e forma de viver. Suas atitudes devem ser medidas, assim como suas reações tanto para com as boas sortes quanto para com os reversos da vida e, em alguns casos, sua capacidade tanto de adaptação e equilíbrio frente a tais situações quanto seu controle das mesmas e, principalmente, de si mesmo.

            Algumas atitudes do indivíduo requerem muito mais comprometimento e coragem do que apenas um discurso afiado ou agressivo: O Caminho não pode ser expresso somente através de palavras e nem de idéias isoladas; Seus passos não devem ser guiados por verdades fabricadas por outros; seus olhos não devem ser cobertos pelo véu da ignorância e muito menos deve ser influenciado pelas ilusões que guiam as pessoas comuns. Suas preocupações devem ser legítimas e sua visão abrangente ao invés de limitada e manipulada como as dos rebanhos de ovelhas.

            Quando falamos em valores, o mais importante é nos ater em detalhes e em atitudes diárias. Uma pessoa que mantém um compromisso amoroso, por exemplo, não é uma pessoa confiável quando a mesma trai a confiança de seu cônjuge alegando fidelidade: tal pessoa não passaria de um covarde. A maioria, no exemplo citado, arranjaria argumentos para que tal traição fosse mais aceitável ou menos condenável, se colocando como uma vítima das atitudes de seu companheiro(a), quando na verdade, a atitude de alguém que trilha o Caminho, seria o de resolver tal situação de frente ou até mesmo terminar seu compromisso. Muitos ainda argumentam o quanto é “normal”, dado que outras pessoas de seu meio ou “todo mundo” faz, tentando justificar sua falta de caráter e sua fraqueza de espírito, baseando-se na covardia de outras pessoas. O pensamento lógico seria que: como confiar na amizade e na lealdade de alguém que trai a pessoa com a qual possui um compromisso? Se o indivíduo consegue mentir e trair a confiança de forma natural para a pessoa com a qual divide (ou diz dividir) o próprio corpo e o próprio coração, como seria possível acreditar na sua lealdade? De certo que esse indivíduo trairia qualquer pessoa quando a situação lhe fosse conveniente. Aliás, muitas pessoas até mesmo se vangloriam, como se fosse alguma espécie de vantagem trair e enganar os outros.

          Num exemplo semelhante, temos aqueles que possuem uma mente aberta quanto as liberdades e prazeres de seu próprio corpo e mente, mas usam de forma covarde, escondendo de seu cônjuge sob a desculpa de que o mesmo não possui “uma mente aberta”. Devemos observar que a postura e a atitude não tem a ver com o tipo ou forma de prazer que o indivíduo prefere, pois isso tem a ver somente com o mesmo e suas preferências; o problema está na traição da confiança, na mentira e na covardia de fazer com que a verdade seja feita.

1 (2)

                Os valores devem ser pessoais e seus pensamentos não devem ser ditados pelo pensamento comum das pessoas e da sociedade fútil ao nosso redor. O principal valor do Andarilho é ser verdadeiro consigo mesmo e ver a jornada como ela realmente é, sem suas fantasias ou caindo na cilada da argumentação ilusória, que consiste em ter bons argumentos para sustentar uma mentira ou acobertar suas limitações: agir de forma covarde é agir de forma covarde e ser indigno para si mesmo é ser indigno para si mesmo, não importa o argumento. É claro que existem situações onde a retaliação ou a vingança pode ou deve ser usada, pois “sacrificar-se pelo próximo” ou a idéia de que a “vingança seja algo proibido e ruim” é um conceito que vem com o peso do cristianismo, que se baseia na idéia de que “a vingança pertence somente a deus” com seus valores hipócritas durante toda a história e, como Andarilhos do Caminho da Mão Esquerda temos que saber pesar nossos próprios valores e ponderar nossas atitudes, baseando-se naquilo que acreditamos ser o melhor, não de acordo com o que a maioria pensa ou sobre o que a sociedade aprovaria em algum consenso, mas apenas nós mesmos. Ninguém pode julgar tais ações de forma mais clara do que nós mesmos. Nesse ponto, há inúmeras atitudes daqueles que dizem trilhar e que usam seus próprios atos como algum tipo de sensacionalismo para impressionar ou chocar, como se fosse um adolescente, esquecendo que o Caminho não é trilhado para os outros e sim para si mesmo. É o Caminho do Um para o Um: você pode ter companheiros em sua jornada, mas no final, você está sozinho, pois as conseqüências, boas ou ruins, pertencem somente a ti; no final, elas são apenas suas.

                  Diferente das ovelhas da nossa sociedade, aqueles que trilham o Caminho da Mão Esquerda não necessitam de “pastores” ou similares para trilharem seus Caminhos; muito menos de vilões ou personagens fantásticos que vivem lhe influenciando ou tentando lhe prejudicar: tudo aquilo que és e tudo aquilo que faça, faz parte do Andarilho em si, seja de forma temporária ou parte permanente de sua essência. Ele escolhe a quem dar ouvidos e escolhe em quem confiar ou suspeitar e, mesmo quando traído, sua própria trajetória o levou a tal resultado ou Caminho, não devendo nunca culpar outras pessoas pelo seus sucessos ou pelos seus fracassos, somente pelas suas próprias ações. O Andarilho deve poder usar suas próprias pernas e ser responsável pelas suas escolhas, pois ninguém mais irá colher seus frutos quando algo der certo, da mesma forma, quando suas escolhas lhe levarem a lugares amargos, apenas o próprio Andarilho será o responsável. Não há argumentos para seus próprios resultados: eles são o que são e a grande diferença é como o Andarilho do Caminho da Mão Esquerda enxerga sua vida e mundo ao seu redor. Essa visão é essencial para que o mesmo enxergue o próprio Caminho e, inclusive, seja capaz de julgar suas próprias atitudes, sabendo o peso de seus erros e falhas, assim como reconhecendo seus esforços e sucessos. É algo realmente difícil de ser realizado com perfeição, sem a interferência de nossas paixões, mas é de extrema importância a reflexão e contemplação daquilo que já fora uma ação em si.

            Juntamente com os valores pessoais, o Andarilho deve forjar seu caráter através do Fogo Sagrado o qual brilha entre os Chifres de Azazel. Seu Caminho deve ser testado pelo seu próprio sangue e suas atitudes e ações devem honrar o Caminho pelo qual sua jornada está sendo trilhada. Como dito anteriormente, O Caminho da Mão Esquerda não é um Caminho de palavras ou de títulos, mas um Caminho de ações, de sabedoria e de buscas além do ordinário em que vivem as ovelhas da religião vigente. Muitas vezes o Caminho da Mão Esquerda pode ser descrito como uma espécie de “Caminho do meio”, visto que normalmente os Caminhos da Mão Direita não prezam pelo equilíbrio, mas pela supressão, negação ou até mesmo o ‘combate’ a tudo aquilo que é considerado mais sombrio, desconhecido ou até mesmo prazeroso, sob uma visão de pecado e de conhecimento limitado ou proibido. Existem alguns Caminhos da Mão Direita que realmente prezam por certo equilíbrio, mesmo que foquem suas trilhas em qualidades consideradas de cunho cristão e voltadas as idéias de que a ordem é o melhor (se não o único) princípio tanto social quanto espiritual, fazendo com que as mesmas estendam suas influencias, assim como a religião vigente, para um público pré-disposto a aceitar qualquer coisa de tal natureza, na esperança de que tudo esteja sob algum tipo de controle, seja com as idéias do deus da igreja ou de um só deus todo-poderoso e infalível, seja de um universo simétrico e perfeito ou de alguma força invisível que faz com que tudo seja justo ou compensado: para aqueles que trilham os Caminhos tortuosos, tal ilusão não é uma realidade.

            A ideia do Caos como força primordial criativa e destruidora e até mesmo da Ordem como uma mera expressão do Caos em si, é uma ideia muito mais aceita e trabalhada dentro de vários parâmetros nos Caminhos da Mão Esquerda, porém, para não nos desviarmos muito do tópico em si, deixemos tal matéria para outros ensaios.

            Voltemos agora para o indivíduo e para os conflitos diários dos que Andam o Caminho.

            Quando falamos sobre o caráter daqueles que trilham o Caminho da Mão Esquerda, devemos ter em mente que não é uma mera preferência de valores ou opiniões, pois mesmo que as visões de mundo de cada grupo sejam distintas, não se trata de um Caminho passivo ou meramente uma crença para “se usar nos finais de semana”, ou apenas quando precisar fazer um discurso para a autoconfirmação de suas próprias crenças, como muitas ovelhas fazem com suas religiões profanas e limitadoras. Não, aquele que trilha o Caminho da Mão Esquerda não pode ser confundido como algum tipo de pessoa com uma “opinião diferente”, principalmente pelos seus iguais. Não se trata de uma liturgia diferente, mas algo que não está nem mesmo próximo das religiões existentes, nem em patamar, nem em sentido e, muito menos nas atitudes. Não jé a mesma coisa colocar um cristão de alguma igreja, um muçulmano, um judeu e um verdadeiro adepto do Caminho da Mão Esquerda: não se trata apenas de “crenças” distintas, pois nossos Caminhos vão muito além, sem limitações e sem liturgias definitivas, com visões próprias de inúmeros meios e, o principal, pessoas que se destacam da massa com sua visão de mundo e suas atitudes reais, ao invés de ficarem todas apenas na esfera do pensamento. É um Caminho árduo, sendo necessário a busca e a aceitação de seu lado mais obscuro e o refinamento de seu próprio ser e de sua alma através da forja do Ferreiro Divino. É um processo doloroso e que poucos são capazes de trilhar.

1 (45)

            Para todo aquele que trilha o Caminho Tortuoso, o conflito é algo inevitável. Diferente das ovelhas que são adestradas a nunca entrarem em conflitos e a acreditarem que “todos somos iguais”, a grande maioria daqueles que trilham o Caminho da Mão Esquerda, sabem que não existe igualdade entre nada no nosso mundo. Todos são diferentes, o que não necessariamente tem a ver com “bom” ou “mau”, mas diferentes. Cada qual paga o preço pelo que é e pelo que faz, seja o motivo que for. Para nós, há a necessidade de expressar nossos valores sem precisar concordar com a hipocrisia das pessoas de nossa sociedade, mesmo que isso gere conflitos com outras pessoas. O conflito é uma constante e concordar com tudo é uma atitude vista como vergonhosa, pois apenas os covardes concordam com tudo.

            Para dar um exemplo pessoal, certa vez estava eu no meu trabalho, há poucos anos atrás, quando ouvi um reclamar de uma outra funcionária, que havia sido afastada por duas semanas por um psiquiatra por uma dificuldade que estava enfrentando para com sua família, devido ao trabalho. A funcionária (com a qual nunca tive nenhuma intimidade, para que fique claro que não foi por “amizade” ou qualquer outra ideia inter-humana) estava há meses longe do marido e do filho por causa do trabalho, pois a mesma fez uma transferência para trabalhar longe com a ideia de que o marido faria o mesmo e traria o filho, sendo que ocorreu algum problema na empresa do marido fazendo sua transferência ser cancelada. Ela estava arrasada e sua tristeza era notada por qualquer um que estivesse no local. Um funcionário afirmou que o problema dela era “falta de sexo”, mas o mesmo não usou tais palavras, ele usou palavras extremamente piores em sua afirmação, numa total falta de respeito. Minha resposta foi simples e clara, num tom normal, de que da mesma forma em que não devo me meter nos motivos alheios, não faltaria com o respeito com outra pessoa, principalmente numa situação delicada familiar, pois se eu soubesse que o mesmo estava sendo dito de mim ou da minha mulher, por exemplo, eu não poderia aceitar. Portanto,  não iria concordar com tal afirmação, nem que fosse apenas por “brincadeira”, pois para minha pessoa, isso seria um assunto sério e delicado.

              Acredito fielmente que a vida particular de cada pessoa diz respeito somente a ela e, a família, seja qual for sua configuração ou “orientação”, deve ser respeitada e protegida, pois poucas vezes podemos nos dar ao luxo de ter laços verdadeiros que nos unem nessa Caminhada obscura pela floresta da vida, com pessoas que realmente são de confiança.

            Inúmeras vezes eu tive que impor limites as certas brincadeiras de colegas e muitas vezes tive que entrar em conflitos tanto por opiniões quanto por atitudes que respeitou não aceito ao meu redor. Como por exemplo um outro colega de trabalho falando mal de outras pessoas, o qual interrompi mais de uma vez e impus uma parede, dizendo que caso ele quisesse falar mal dos outros pelas costas, poderia fazê-lo com outras pessoas que lhe dariam ouvidos, ou se realmente algo o estivesse incomodando, que poderia falar diretamente com a pessoa em questão, mas que eu não estava interessado em partilhar tal atitude e que nem mesmo queria ouvir. Ainda nessa natureza, quando algo me incomoda em alguém, possuo o habito de chamar a pessoa e deixar claro que não partilho e nem quero fazer parte de certas atitudes. Algumas vezes, agindo como advogado do diabo ou ainda jogando valores ditos por algumas pessoas de volta em suas faces, pois, do que adianta, fechar os olhos e orar em agradecimento pela comida ao deus da igreja, se antes mesmo de abrir os olhos, a boca já começa a falar mal de pessoas que não estão presentes? Por anos tive que aprender a lidar com a hipocrisia alheia deforma aberta e estabelecer limites para cada pessoa. Isso é uma constante e defender meu território é fundamental. O conflito é algo constante, mas atualmente, facilmente controlado. Não possuo vergonha do que acredito e não crer no deus da igreja, o que inclui não temer seus caprichos e nem mesmo seus estúpidos fiéis, foi um trabalho um tanto longo, pois somos pressionados e rodeados por valores fabricados e hipócritas que tendem a controlar os ignorantes. Mas tais “leis” e “valores” não controlam aqueles que possuem fogo correndo em suas veias; não controlam aqueles que buscam por verdades eternas e compreensões profundas em si mesmo e ao mesmo tempo acima de seu próprio ser.

           A ovelha é guiada cegamente pelo seu pastor. O lobo é guiado pelo seu próprio instinto.

             O conflito é uma constante para aqueles que trilham o Caminho, mas não como uma mera opção, mas pela compreensão de quando isso deve ser feito, pois não estamos falando em ‘chocar’ outras pessoas ou ainda simplesmente inverter os valores cristãos ou populares a fim de se dizer diferente. Não é defender atitudes estúpidas a fim de justificar suas ideias antagônicas. Aqui, a ideia não é ser “diferente” em sua aparência, mas em sua essência. E ser diferente em sua essência é algo que o mantém misturado ao resto da massa, como se fosse um “Lobo em pele de cordeiro” (o que pessoalmente não poderia ser melhor elogio, pois o Lobo, como parte de meu espírito, é um animal extremamente respeitado e admirado pelos sábios). Aqueles que desejam espalhar o quanto são diferentes, não passam de adolescentes querendo alguma atenção daqueles os quais justamente diz não se importar.

            O Caminho é solitário, difícil, árduo e requer uma extrema força de vontade e um Poder pessoal em constante crescimento, pois haverá momentos de extrema fraqueza e tal energia e poder deverão existir a fim de levantar-lhe da maior de todas as dores possíveis para que continue sua Caminhada. Ninguém Caminha pela escuridão de forma confortável ou apenas dando risada. Muita dor e muitas lágrimas indesejadas fazem parte do Caminho, pois não há como se forjar uma espada com aço, fogo, martelo e bigorna, sem destruir o metal através do fogo, com certa violência e golpes duros e precisos; da mesma forma, não há como forjar a sua alma e o seu caráter apenas com leituras, teorias e risadas. Ela será forjada na dor da forja e da morte. Ela será forjada com a Chama das Eras que queima entre os Chifres Sagrados de Azazel.

            Que minhas palavras sejam de vossa serventia e que você possa se deliciar com o banquete da meia-noite de sombras, onde os sábios se reúnem para o grande Sabbath.

-Adimiron ben Theli

 

A culpa é do fogo do inferno – E dos meus desejos
O céu está chorando sangue,
Me dê todas as suas mentiras – E culpe o Senhor das Moscas
A face do mal é o rosto de DEUS.
(2)

 

6

 

 

(1) Trecho da música “Demon Alcohol” (Demônio Álcool) de “Ozzy Osbourne;

(2) Trecho da música “Carry your cross and i’ll carry mine” da banda Tiamat.

Anúncios

4 Respostas para “Caráter, Conflitos e o Caminho da Mão Esquerda

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s