Enxergando através do Véu

Enxergando através do Véu

Enxergando atravé do Véu 1

“Flechas do sol vão penetrar a mente humana
Sophia nasce quando capturamos uma delas
Flechas do sol, elas queimam a alma e nos fazem ver
Bem fundo no labirinto: a psique, a alma”
(1)

Existem algumas concepções de que a realidade não é aquilo que parece ser. Uma dessas ideias consiste em que temos o habito de crer apenas naquilo em que nossos olhos são capazes de contemplar. Outros ainda, dizem que é aquilo que pode ser sentido e administrado pelos cinco sentidos básicos. Então, após inúmeras divagações e experiências, poderíamos citar exemplos básicos que destruiriam tal noção do que é convencionalmente chamado de ‘realidade’, como por exemplo, sonhos. Sim, sonhos. A reflexão começa a ocorrer quando dependemos do cérebro, que é algo físico, mutável, deteriorável, portanto, limitado e falho. Não estou falando da mente em si, pois a mente é como se fosse uma entidade acima de sua parte física, o cérebro.
Nosso cérebro é capaz de criar realidades através de sonhos, visões e até mesmo em antecipações ou num extremo, ele cria sua própria realidade, como acontece com aqueles que carregam alguma doença psíquica.

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A Arte da Bruxaria

A Arte da Bruxaria

A Arte da Bruxaria 1

“Uma luz negra, As almas perdidas estão suplicando
Agarrando-se ao último vislumbre de esperança”
(1)

Muitos são os sinais que levam ao Caminho. Muitos são os elementos identificados naqueles que praticam a Arte sem nome, mesmo que cada praticante seja completamente diferente, ainda assim há alguma similaridade em algum ponto de suas práticas.

Embora as diferenças entre praticantes da Arte Sábia do mundo inteiro sejam inúmeras em seus aspectos, sempre são achadas similaridades, mesmo que apenas conceitual.

É imperativo deixar claro neste Grimório da Arte sem nome, que quando falamos de ‘Bruxaria’, estamos falando da verdadeira Arte, a Inominável, dos mistérios que não dependem exclusivamente de algum Deus ou de algum grupo ou religião, principalmente grupos modernos e infantis e de pessoas que se apropriam de tais alcunhas como se fossem ‘títulos’, como se tal palavra resumisse um estereótipo de suas fantasias diárias ou contasse sobre algum conjunto de crenças em específico, que os mesmos insistem em achar que pode ser comparada ou ainda servir de exemplo para outras denominações. Não, quando falamos de bruxaria, da Arte dos Sábios, da Arte inominável, estamos falando de práticas realmente antigas e ao mesmo tempo contemporâneas. Ao paradoxo que isso possa significar, primeiramente é não confundir com o que vemos nos dias de hoje como “modernos” e “reconstrucionistas”. Não, essas pessoas apenas adaptam ao próprio conforto uma jornada que em primeiro lugar depende de que você saia de sua própria “zona de conforto” e se exponha ao perigo da real jornada. Continuar lendo